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	<title>D1000 Embalagens Plsticas - Blog</title>
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	<description>Blog da empresa D1000 Embalgens Plsticas</description>
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		<title>Governo define parâmetros de êxito da Rio+20</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro, Brasil, 16/5/2012 – Como anfitrião, o governo brasileiro definiu as diretrizes para conseguir bons resultados na próxima cúpula mundial que se propõe avaliar e aprofundar o que foi feito desde a conferência que assumiu o primeiro compromisso mundial com o desenvolvimento sustentável. O rascunho do documento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) ainda não foi definido por consenso, mas a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, se atreve a prever resultados positivos.</p>
<p>“Quem deixar de vir lamentará. Teremos aqui economias expressivas”, disse a ministra, ao se referir aos países que já confirmaram presença, entre eles “os emergentes que vêm com peso próprio” ao encontro, que acontecerá de 20 a 22 do próximo mês. A participação de muitos chefes de Estado e de governo já é considerado um primeiro passo para o êxito da conferência, porque revela “o grande interesse internacional pelo tema”, disse o secretário-executivo da Comissão Nacional para a Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo.</p>
<p>Giancarlo Summa, coordenador do Centro de Informação da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, informou que até agora oficializaram presença 135 governantes, entre presidentes, vice-presidentes e primeiros-ministros, como parte das 183 delegações de países confirmadas entre os 193 Estados-membros da ONU. Para a ministra o êxito seria “excepcional” se a conferência terminasse com “uma obrigação para todos” no cumprimento de compromissos de produção e consumo sustentáveis. Um tipo de consumo em que estejam estabelecidos “direitos e obrigações de todos”, destacou Izabella Teixeira no Encontro Sustentável 2012, organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>Junto a Figueiredo, que também participou de um debate com jornalistas que cobrirão a Rio+20, a ministra apresentou outros resultados esperados, como acordar uma “plataforma empresarial que assuma um compromisso com a economia verde”. Izabella Teixeira disse que o setor privado teve “um papel muito tímido” 20 anos atrás na Cúpula da Terra, também conhecida como Eco 92. Por sua parte, Figueiredo estabeleceu uma lista de assuntos que o governo brasileiro “gostaria” de ver plasmados no documento final para que a reunião não seja rotulada pela imprensa como um fracasso.</p>
<p>O diplomata mencionou entre eles a necessidade de a conferência deixar “um legado” para o futuro, como fez a Eco 92, que teve um papel “fundamental” para que depois “gerações inteiras se preocupassem com a sustentabilidade”. Também disse esperar que se defina “o que queremos como economia verde” e que sejam estabelecidos “objetivos de desenvolvimento sustentável”. Sobre a polêmica idéia de uma nova agência ambiental das Nações Unidas, Figueiredo disse que Brasília defende o fortalecimento do já existente Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). “Deve-se fortalecer o Pnuma como pilar ambiental, pois, na situação em que está, não tem condições de desempenhar bem seu papel”, afirmou.</p>
<p>As organizações ambientalistas brasileiras criticam o que consideram falta de protagonismo do governo de Dilma Rousseff, bem como o nível geral de abstração do documento negociado até agora entre os membros da ONU. A secretária-executiva adjunta do Instituto Socioambiental, Adriana Ramos, declarou à IPS que, do ponto de vista das discussões formais, “é muito difícil considerar que a conferência será um êxito, porque não existem, de fato, propostas muito objetivas para gerar um compromisso no documento final”.</p>
<p>Considerando esse limite, espera concretamente que a Rio+20 “sirva para chamar a atenção da população para as dificuldades e as mudanças necessárias para garantir a sustentabilidade futura do planeta”, ressaltou Adriana. Para ela, faltam acordos que seriam “positivos”, como a modificação dos sistemas de avaliação de desenvolvimento que considerem as variáveis ambientais, ou compromissos para limitar a exploração de recursos naturais nos oceanos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://envolverde.com.br/sociedade/governo-define-parametros-de-exito-da-rio20/">http://envolverde.com.br/sociedade/governo-define-parametros-de-exito-da-rio20/</a></p>
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		<title>Por uma alimentação sustentável, variada e sem pressa</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nanda Melonio Mil e uma tarefas, o horário do almoço minguando, hora de recorrer à cadeia de fast food mais próxima para “ganhar tempo”: cena cotidiana, especialmente a partir das últimas décadas do século XX, já que são poucos aqueles &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=284">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nanda Melonio</strong></p>
<p><strong> </strong>Mil e uma tarefas, o horário do almoço minguando, hora de recorrer à cadeia de fast food mais próxima para “ganhar tempo”: cena cotidiana, especialmente a partir das últimas décadas do século XX, já que são poucos aqueles que conseguem dedicar tempo para preparar uma alimentação saudável. Entretanto, na contramão, há cada vez mais pessoas no mundo que se levantaram contra a tendência à alimentação “rápida e pasteurizada”: os adeptos do <a href="http://www.slowfoodbrasil.com/" target="_blank">Slow Food</a>, um estilo de vida que propõe resgatar os prazeres da boa mesa, unindo o prazer da alimentação à <a href="http://www.ecogastronomia.com.br/Index.php/" target="_blank">ecogastronomia</a>, preservando os sabores regionais e a biodiversidade agrícola.</p>
<p>O movimento Slow Food prega o direito e a valorização do prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais cuja fabricação respeite o meio ambiente e os produtores. Dentre seus princípios estão à restituição da dignidade cultural ao alimento, favorecimento da sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade.</p>
<p>Seus seguidores buscam a proteção de espécies vegetais e animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação. Há inclusive um catálogo, criado em 1996, que reúne produtos de todo o mundo ameaçados de extinção, mas que ainda resistem e possuem potencial de cultivo e comercialização. Dentre os produtos brasileiros na lista, podemos destacar o pirarucu, o umbu, o palmito juçara, o pequi e a mangaba.<br />
Fonte: <a href="http://www.oeco.com.br/noticias/25929-por-uma-alimentacao-sustentavel-variada-e-sem-pressa">http://www.oeco.com.br/noticias/25929-por-uma-alimentacao-sustentavel-variada-e-sem-pressa</a></p>
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		<title>Luminária sustentável com design pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Celso Calheiros O caminho da eficiência energética é rico em trilhas e inventores. O programa de design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por exemplo, tratou de criar o curso Light Design, ministrado por dois professores: um abordava o tema &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=276">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Celso Calheiros</p>
<p>O caminho da eficiência energética é rico em trilhas e inventores. O programa de design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por exemplo, tratou de criar o curso Light Design, ministrado por dois professores: um abordava o tema pela ótica da eficiência energética e outro tratava dos desafios do desenho industrial. As aulas influenciaram Alberes Vasconcelos, designer, a desenvolver e executar uma proposta de luminária pública, que fosse ao mesmo tempo viável e sustentável.<br />
O modelo de Alberes utiliza lâmpadas LED que acendem com energia gerada por placas fotovoltaicas, montadas em uma estrutura de aço. “O material permitiu chegar ao melhor custo-benefício”, disse o designer. O protótipo desenvolvido possui uma placa fotovoltaica de 70 w que capta a luminosidade do sol e a transforma em energia, armazenada, então, em uma bateria. As doze lâmpadas de LED ligadas à bateria são acionadas de forma automática, por um sensor.<br />
O designer fez 50 entrevistas para entender os fatores que afetam a escolha de um poste de iluminação pública. Custo e a manutenção do equipamento surgiram nas respostas como fatores sempre importantes, e Alberes procurou satisfazer essas exigências. “As vantagens desse modelo estão na resistência de sua estrutura e na capacidade de embutir a placa solar fotovoltaica, protegendo-a”, afirma. As lâmpadas possuem garantia de 20 anos de uso e a vida útil das baterias é de 4 a 5 anos. A fiação é oculta. O resultado é uma iluminação eficiente com materiais resistentes ao tempo.<br />
Quanto ao custo, que em geral assusta quando se trata de LEDs e energia solar, o designer argumenta que está caindo, e rápido. Uma placa que hoje custa R$800, há cinco anos custava R$ 3 mil. A lâmpada LED de 20W custa, agora, R$25, contra R$ 150 ou R$ 200 faz pouco tempo. “O investimento volta ao longo do uso, com a economia de instalação e de consumo de energia elétrica”. O protótipo foi construído com mão de obra voluntária por técnicos da <a href="http://www.ufpe.br/design/">UFPE </a>e teve custo total de R$ 3.291,54.</p>
<p><strong>Fonte: http://www.oeco.com.br/noticias/25826-luminaria-sustentavel-com-design-pernambucano</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/luminaria-solar-abertura.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-277" title="luminaria-solar-abertura" src="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/luminaria-solar-abertura-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a><br />
</strong></p>
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		<title>Engodos nossos de cada dia</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 12:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#124; Julio N Scussel &#124; Engenheiro Mecânico &#8211; Treviso – SC De tempos em tempos, a sociedade brasileira é tomada por campanhas que, passados alguns anos, tornam-se um verdadeiro vexame, a ponto de ninguém querer admitir que um dia foi &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=270">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>| Julio N Scussel | </strong>Engenheiro Mecânico &#8211; Treviso – SC</p>
<p>De tempos em tempos, a sociedade brasileira é tomada por campanhas que, passados alguns anos, tornam-se um verdadeiro vexame, a ponto de ninguém querer admitir que um dia foi adepto dela. A primeira que se pode rememorar é a eleição de Fernando Collor. O &#8220;Caçador de Marajás&#8221; foi guindado à condição de herói nacional numa velocidade estupenda e na mesma velocidade que subiu, foi abatido do poder. A campanha de mídia que esteve por trás das duas etapas &#8211; ascensão e queda &#8211; foi algo impressionante. Hoje, os escândalos que derrubaram Collor não passariam de um artigo de jornal de fim de semana. Outra campanha que recentemente esteve em voga foi a do famigerado &#8220;kit de primeiros socorros&#8221;. Da noite para o dia todos os motoristas foram obrigados a comprar um estojo com alguns metros de gaze, esparadrapos e tesoura de ponta redonda e, com aquilo, sem máscara e luvas de proteção, qualquer motorista poderia se meter a socorrista. Não sei se alguém se aventurou a fazer algo ou teve o infortúnio de ser atacado por um maluco com uma tesoura de ponta redondas após sofrer algum tipo de acidente. O certo é que, no final, depois de algumas empresas fabricantes do kit terem lucrado com a lei, os motoristas tiveram que jogar o estojo numa gaveta, pois a obrigatoriedade foi revogada. Também não se pode esquecer da recente campanha de desarmamento da população, que, num primeiro momento, teve &#8211; e tem &#8211; boa intenção de retirar de circulação armas que podem cair nas mãos dos bandidos ou serem mal usadas, mas que na prática não funciona desta forma, pois o que adianta retirar armas leves de gente de bem, se aquelas que estão em poder de criminosos continuam lá? Se os caminhos de contrabando e mercado negro continuam ativos e fáceis de serem praticados? Nas imagens de televisão, que mostravam as armas apreendidas, não lembro de ter visto nenhum FAL ou AK 47 (nomes de fuzis) sobre as mesas de recepção nos postos de trocas, além disso, os homicídios não tiveram os recuos prometidos e obviamente desejados. Em 2011, por exemplo, os homicídios no Brasil chegaram bem perto dos 50 mil. Na análise fria da estatística, é mais perigoso viver no Brasil que no Iraque. Para completar o rol de campanhas que vendem uma promessa e entregam outro resultado, temos agora a campanha de substituição das sacolas plásticas descartáveis de supermercados por sacolas reusáveis. Tudo bem que quase a totalidade das sacolas descartáveis não virassem sacos de lixo nas residências. Com a retirada das sacolas plásticas, os consumidores passarão a comprar sacos de lixo e isso representará economia e lucro para os supermercadistas; com praticamente nenhuma redução de descarte de sacos plásticos nos lixões das grandes cidades. A economia será pela não entrega gratuita das sacolas e lucro pela venda dos sacos de lixo. A afirmação acima não é feita baseada na mera espe-culação. Números da indústria do plástico já indicam queda na produção de sacolas descartáveis e aumento da produção dos sacos de lixo; de tal sorte que fabricantes de sacolas já pensam em migrar parte da produção para sacos de lixo. Outro ponto a considerar é que as sacolas representam menos de 8% do plástico utilizado para embalagens, porém, o restante do plástico não sofre campanha para substituição ou redução de uso. O PET, das garrafas plásticas, por exemplo, é um componente de três camadas de difícil reciclagem e ampla poluição. O retorno do vidro seria a solução, mas isso nem é cogitado e muito menos alvo de campanhas. As embalagens TetraPak também são uma verdadeira praga para o lixo. As famosas caixinhas são compostas por camadas de plástico, papelão e alumínio, além das tintas utilizadas para impressão. Difícil acreditar que sucos e água de coco de 200 ml podem ser vendidos em tais embalagens sem restrição alguma, porém contra elas nada é dito. Uma pena que se vendam soluções mágicas com eficácia duvidosa a todo momento e nós as compremos de forma tão cordata.</p>
<p>Fonte <a href="http://www.atribunanet.com/noticia/engodos-nossos-de-cada-dia-76342">http://www.atribunanet.com/noticia/engodos-nossos-de-cada-dia-76342</a></p>
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		<title>Máquina recolhe lâmpadas e pilhas usadas e encaminha para reciclagem.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 16:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já pensou em uma máquina capaz de “engolir” pilhas e lâmpadas e separá-las de acordo com seus tipos para encaminhar para reciclagem? A empresa britânica reVend Recycling desenvolveu o aparelho com base em outro já em funcionamento, que faz o mesmo &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=261">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou em uma máquina capaz de “engolir” pilhas e lâmpadas e separá-las de acordo com seus tipos para encaminhar para reciclagem? A empresa britânica reVend Recycling desenvolveu o aparelho com base em outro já em funcionamento, que faz o mesmo processo com garrafas PET.</p>
<p>A máquina não só facilita o processo de encaminhar esses produtos para reciclagem, como permite também que a pessoa que depositou os materiais recebe descontos ou bônus para trocas em lojas. As primeiras unidades da nova máquina foram instaladas em algumas lojas da rede Ikea, que vende móveis e objetos de decoração. Os bônus recebidos nesses locais viram doações para ONGs ambientais ou de proteção infantil.</p>
<p><a href="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/maquina_interna.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-263" title="maquina_interna" src="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/maquina_interna-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a>A empresa diz que já está fechando acordos para instalar máquinas em outros países da Europa.</p>
<p>Veja mais informações no site em inglês: <a href="http://www.reversevending.co.uk/">http://www.reversevending.co.uk/</a></p>
<p>fonte:<a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/30/maquina-recolhe-lampadas-e-pilhas-usadas-e-encaminha-para-reciclagem/">ht</a><a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/30/maquina-recolhe-lampadas-e-pilhas-usadas-e-encaminha-para-reciclagem/">tp://atitude</a><a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/30/maquina-recolhe-lampadas-e-pilhas-usadas-e-encaminha-para-reciclagem/">sustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/30/maquina-recolhe-lampadas-e-pilhas-usadas-e-encaminha-para-reciclagem/</a></p>
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		<title>Estado encaminha mais de uma tonelada de lixo eletrônico para reciclagem</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 16:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em pouco mais de dois meses, o Governo do Estado da Paraíba, por meio da Companhia de Processamento de Dados (Codata), encaminhou para a reciclagem aproximadamente 1.200 quilos de equipamentos de informática danificados ou obsoletos, considerados lixo eletrônico. A coleta &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=257">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em pouco mais de dois meses, o Governo do Estado da Paraíba, por meio da Companhia de Processamento de Dados (Codata), encaminhou para a reciclagem aproximadamente 1.200 quilos de equipamentos de informática danificados ou obsoletos, considerados lixo eletrônico. A coleta e a destinação adequadas do material descartado tiveram início do dia 24 de outubro quando foi lançada a Campanha Descarte Responsável, em parceria com a empresa de coleta RCTEC Resíduos Eletrônicos.</p>
<p>Além de incentivar a sociedade a realizar o descarte responsável do lixo eletrônico e alertar sobre os danos ambientais causados pelo depósito do material em meio ao lixo comum, em terrenos baldios e até em rios, a Codata disponibilizou coletores em suas dependências, localizadas no bairro do Varadouro e no Centro Administrativo Estadual, para receber os equipamentos inservíveis entregues pela população.</p>
<p>&#8220;A iniciativa nasceu de uma necessidade que a própria Codata tinha em relação aos equipamentos que já não atendiam às demandas específicas da empresa. Tínhamos máquinas com mais de 15 anos de fabricação, obsoletas ou de manutenção sem viabilidade econômica. Assim pesquisamos a melhor maneira de descartá-los e nos deparamos com um grande problema da atualidade, não só das empresas, mas também do cidadão comum”, explicou o presidente da Codata, George Henriques, que apontou a rápida evolução tecnológica e a maior acessibilidade aos equipamentos mais modernos como fatores cruciais na constante substituição da tecnologia adquirida pela população.</p>
<p>O gestor lembrou ainda que o período natalino e o final de ano acabam impulsionando a substituição de computadores e a aquisição de novas máquinas. &#8220;O que muita gente não sabe, no entanto, é o que fazer com as chamadas velharias”. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, pelo menos 500 milhões de produtos se encontram sem uso nas casas dos brasileiros.</p>
<p>A situação aponta uma grande necessidade de mudança de atitude por parte da população e das empresas, não só em relação à responsabilidade sob a destinação dos resíduos eletrônicos, mas principalmente na postura adotada já no momento da aquisição dos equipamentos. &#8220;Como consumidores, devemos escolher produtos de qualidade, cuja vida útil é maior, afastando a necessidade de uma rápida substituição. O zelo e a manutenção adequada também contribuem para uma maior vida útil de seu equipamento”, sugeriu George Henriques.</p>
<p>Todos esses equipamentos, especialmente os de informática, possuem em seu interior substâncias químicas como cádmio, chumbo e mercúrio, altamente tóxicas e que oferecem grandes riscos à saúde de todos. Quando descartados no lixo comum, estas substâncias podem vazar e contaminar os solos, rios e, consequentemente, a população.</p>
<p>Para descartar o lixo eletrônico de forma adequada, basta que a o cidadão se dirija à Codata, ou aos demais pontos de coleta atendidos pela RCTEC, e preencha um termo de doação do material a ser entregue. &#8220;Estamos recebendo monitores, CPUs, impressoras e todo tipo de equipamento de informática, além de aparelhos celulares e baterias. A campanha permanece e deve se estender por pelo menos um ano”, disse o presidente da Codata.</p>
<p>Projetos sociais – Antes de destinar seus próprios equipamentos &#8220;inservíveis” à reciclagem, a Codata firmou parceria e formalizou a doação para dois projetos sociais que atuam na Grande João Pessoa. No total, o Projeto Casa Brasil e o Projeto de Apoio à Inclusão Digital (AID), do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), receberam 46 CPUs para reutilizarem não só em cursos de montagem e manutenção de microcomputadores, mas também na construção de novas máquinas, destinadas a jovens e adultos sem condições financeiras para adquiri-las.</p>
<p>fonte:<a href="http://www.folhadosertao.com.br/portal/noticia.php?page=noticiaCompleta&amp;id_noticia=4172">http://www.folhadosertao.com.br/portal/noticia.php?page=noticiaCompleta&amp;id_noticia=4172</a></p>
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		<item>
		<title>A proibição do uso de sacolas plásticas nos supermercados a partir do próximo mês está gerando dúvidas entre a população.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Plástico Reciclável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos que vão aos supermercados já estão sentindo alguma diferença em relação à disponibilidade, pois muitos estabelecimentos avisaram os clientes que a partir do próximo mês não terão mais sacolas plásticas. A reportagem de O Regional entrou em contato com &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=250">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos que vão aos supermercados já estão sentindo alguma diferença em relação à disponibilidade, pois muitos estabelecimentos avisaram os clientes que a partir do próximo mês não terão mais sacolas plásticas.</p>
<p>A reportagem de O Regional entrou em contato com Davis Quinelato, que é advogado, colunista de O Regional, ambientalista e cursa Mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional.</p>
<p>Ele conta que existe uma grande dúvida da população sobre a retirada da popularmente conhecida “sacolinhas plásticas” dos supermercados.</p>
<p>A cidade de São Paulo criou uma Lei em nível Municipal proibindo o uso deste tipo de material, sendo que o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado entrou com uma ação contra essa lei e o Tribunal de Justiça concedeu uma liminar suspendendo de forma provisória.</p>
<p>“Mas isso não é definitivo e a suspensão desta liminar pode ocorrer a qualquer momento e isso é válido somente para a cidade de São Paulo”.</p>
<p>Já em relação às cidades do interior, como Catanduva, ele explica que um acordo de vontades firmado entre a Associação Paulista de Supermercados (APAS) que representa os supermercados do Estado e o Governo estadual, garante que a partir do dia 25 de janeiro supermercados de vários municípios deixarão de fornecer as sacolas plásticas.</p>
<p>“Na Capital essa lei ainda está proibida, mas em inúmeras cidades do interior, incluindo Catanduva, o acordo foi firmado e será cumprido pelos supermercados. O acordo nada mais é que uma bela iniciativa dos supermercados em não distribuir mais as sacolinhas gratuitamente, o que possibilita a partir de agora, a cobrança de um valor para quem desejar levar suas compras nelas”.</p>
<p>O advogado ressalta que a iniciativa de não fornecer sacolas plásticas é bastante positiva, o que livra o meio ambiente de 33 milhões de sacolinhas por dia, somente no Brasil e que levam décadas para se decompor. “Será que o nosso Planeta suportará tanto resíduo?”.</p>
<p><strong>ADAPTAÇÃO</strong></p>
<p>A maioria dos consumidores já está acostumada a fazer as compras e levar nas sacolas. Quinelato afirma que o número de pessoas que aprovam a proibição das sacolas plásticas é bastante promissor. “A proibição é aprovada por 60% da população, segundo a pesquisa Sustentabilidade Aqui e Agora, realizada pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com uma rede de supermercados”.</p>
<p>E ressalta que a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirma que os dados são importantes e sinalizam que a questão ambiental está no dia a dia do cidadão brasileiro, mostrando mudanças de comportamento e que não é preciso gerar produtos que vão parar no lixo causando danos ambientais.</p>
<p>“Embora as pessoas digam que não têm tempo para nada, essa decisão de não fornecer o material nos leva a parar e refletir sobre o Mundo que queremos deixar para nossos filhos e netos. Quando diz respeito ao meio ambiente é preciso refletir e mudar, pois atinge diretamente de uma forma ou outra a qualidade de vida das pessoas, animais e outros seres viventes”.</p>
<p>A questão ecológica está sendo bastante discutida entre os supermercados atualmente e Quinelato afirma que se não houver uma iniciativa em cessar o fornecimento da sacola plástica, a maioria das pessoas não deixará de usá-las. “É mais fácil e cômodo retirar uma sacola próxima ao caixa do que trazer de casa sua própria ecobag (sacola ecológica de lona, tecido ou PET)”.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>PESQUISA</strong></p>
<p>O governador Geraldo Alckmin participou, no mês de outubro, da apresentação da pesquisa sobre o uso de sacolas reutilizáveis promovida pela Associação Paulista de Supermercados (APAS). De acordo com a pesquisa, 77% dos entrevistados são favoráveis a não utilização de sacolas descartáveis nos supermercados e 23% não concordam com o retorno das sacolas descartáveis.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.oregional.com.br/portal/detalhe-noticia.asp?Not=270508">http://www.oregional.com.br/portal/detalhe-noticia.asp?Not=270508</a></p>
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		<title>Sacolas plásticas podem ser melhor que as retornáveis?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela Fundação Espaço Eco, única organização no país &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=238">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ser “demonizada” pelos consumidores preocupados com o meio ambiente, a sacola plástica parece ter encontrado seu lugar. Ao menos por ora – e aqui no Brasil. Um amplo estudo realizado pela <a href="http://www.espacoeco.org" target="_blank">Fundação Espaço Eco</a>, única organização no país que faz análises de <strong>ecoeficiência</strong> (considera aspectos ambientais e econômicos) de produtos e processos industriais, analisou o impacto de <strong>oito tipos diferentes de sacolas</strong> para carregar compras: a sacola plástica tradicional, a feita de plástico verde (a partir de cana-de-açúcar), a oxi-degradável, de papel, de TNT (material dos saquinhos dados por lava-rápidos) e as sacolas renováveis de plástico, tecido e ráfia (um tipo de fibra usada em sacolas vendidas por alguns supermercados). O resultado foi <strong>surpreendente</strong>: dependendo dos hábitos do consumidor, é preferível utilizar as sacolas plásticas em vez das renováveis.</p>
<div id="attachment_239" class="wp-caption alignleft" style="width: 677px"><a href="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Imagem1.jpg"><img class="size-full wp-image-239" title="sacolas plï¿½sticas nï¿½o sï¿½o as vilï¿½s" src="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Imagem1.jpg" alt="sacolas plï¿½sticas nï¿½o sï¿½o as vilï¿½s" width="667" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">sacolas plásticas não são as vilãs</p></div>
<div id="_mcePaste">Os tipos de sacolas analisadas pela Fundação Espaço Eco (Foto: Divulgação)</div>
<div id="_mcePaste">Para as pessoas que fazem <strong>poucas compras</strong>, as sacolas plásticas (convencional, verde e oxi-degradável) se mostraram as mais indicadas tanto do ponto de vista ambiental (causam menos impacto quando considerado o processo completo, da produção à reciclagem do plástico) quanto do econômico – podem ser utilizadas como saco de lixo.</div>
<div id="_mcePaste">Neste caso, o levantamento considerou uma <strong>compra mensal de 26,5 quilos</strong>, equivalente a uma cesta básica. A <strong>condição</strong> para que a opção pela sacola plástica valha a pena é que o indivíduo faça compras e descarte o lixo, no máximo, duas vezes por semana.</div>
<div id="_mcePaste">No extremo oposto, as sacolas renováveis são mais indicadas para consumidores que fazem <strong>muitas compras ao mês</strong>. Isso porque, ao ir várias vezes ao supermercado, o indivíduo não necessariamente compra mais produtos, mas <strong>acumula mais sacolas</strong>. A opção pelas de pano, de ráfia, plástico retornável ou TNT, logicamente, reduz este impacto.</div>
<div id="_mcePaste">Além da quantidade de produtos adquiridos ao longo do mês, outros dois aspectos condicionam a escolha por um ou outro tipo de sacola: a <strong>freqüência</strong> com que a família vai ao mercado e o <strong>número de vezes que descarta o lixo.</strong> O ideal, segundo os pesquisadores, é aproveitar ao máximo a capacidade da sacola e reduzir o número de descartes por semana.</div>
<div id="_mcePaste">O levantamento, patrocinado pela <a href="http://www.braskem.com.br" target="_blank">Braskem</a>, simula várias opções para uma família que consome 212 quilos por mês (cerca de <strong>oito cestas básicas</strong>). Neste caso, <strong>só compensará</strong> utilizar sacolas retornáveis caso o descarte de lixo seja feito no máximo duas vezes por semana – independentemente da freqüência com que se vai ao mercado.</div>
<div id="_mcePaste">Entre os extremos de baixo e alto consumo, está o caso base da compra de 106 quilos ao mês (aproximadamente <strong>quatro cestas básicas</strong>). Para um consumo neste patamar, as sacolas plásticas ainda se mostram mais vantajosas caso as compras sejam feitas até três vezes por semana e o descarte de lixo,  <strong>até duas vezes</strong>.</div>
<div id="attachment_241" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Imagem2.jpg"><img class="size-medium wp-image-241" title="sacolas x utilizaï¿½ï¿½o" src="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Imagem2-300x177.jpg" alt="sacolas x utilizaï¿½ï¿½o" width="300" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">sacolas x utilização</p></div>
<p>Esquema orienta sobre que tipo de sacola usar de acordo com os hábitos do consumidor.</p>
<p>Na análise, os técnicos da <a href="http://www.espacoeco.org" target="_blank">Fundação Espaço Eco</a> consideraram aspectos como o consumo de energia para fabricar as sacolas, o uso da terra, o tipo de recurso natural empregado, potenciais de risco e de toxidade e as<strong> emissões ao longo de toda a cadeia </strong>– da extração da matéria-prima à reciclagem pós-consumo, ao longo de um ano. Isso significa que, no caso das bolsas retornáveis, cuja vida útil é de ao menos dois anos, o impacto ambiental poderia ser ainda menor.</p>
<p>Os pesquisadores dão <strong>um norte aos consumidores:</strong> à medida que o volume de compras e a freqüência das idas ao mercado aumentam, melhor optar pelas sacolas retornáveis. Na direção oposta, quando o número de descartes de lixo feito por uma família de consumo alto também é grande, as sacolas plásticas se mostram adequadas.</p>
<p>“O ideal, com o aumento do volume de compras, é<strong> reduzir a freqüência do descarte</strong>”, afirma Hélio Mattar, diretor presidente do Instituo Akatu, organização que promove o consumo consciente.</p>
<p>Este foi o primeiro estudo a comparar diferentes tipos de sacolas, <strong>dentro da realidade brasileira.</strong> Pesquisas em outros países, onde a matriz energética, a logística e outros fatores divergem dos do Brasil, já apresentaram resultados diferentes.</p>
<p><a href="http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/08/02/estudo-mostra-que-sacola-plastica-ainda-e-mais-adequada-para-compras-pequenas/" target="_blank">http://colunas.epocanegocios.globo.com/empresaverde/2011/08/02/estudo-mostra-que-sacola-plastica-ainda-e-mais-adequada-para-compras-pequenas/</a></p>
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		<title>DCI publica artigo sobre proibição de sacolas plásticas.</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Plástico Reciclável]]></category>
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		<description><![CDATA[Um pacto que baniu o bom senso &#8211; Debate acerca das sacolas plásticas mostra a necessidade de atenção O governo do Estado de São Paulo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) anunciaram a celebração de um convênio pelo qual &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=235">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um pacto que baniu o bom senso</em> &#8211; Debate acerca das sacolas plásticas mostra a necessidade de atenção</p>
<p>O governo do Estado de São Paulo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) anunciaram a celebração de um convênio pelo qual as sacolas plásticas seriam &#8220;voluntariamente&#8221; banidas desses estabelecimentos até o final do ano e substituídas por similares biodegradáveis a um custo de R$ 0,19 cada. Isso foi feito sem uma prévia consulta à população, aos especialistas ambientais e à indústria. Tal medida penalizará desnecessariamente o consumidor, eliminará milhares de empregos na cadeia produtiva dos plásticos &#8211; no Brasil, a fabricação de sacolas plásticas emprega diretamente 30 mil pessoas, 6 mil só no Estado de São Paulo &#8211; e interromperá um bem sucedido esforço da sociedade, de promover o consumo responsável das sacolas plásticas. O consumidor será ferido em seu direito de escolher a embalagem mais adequada a seus propósitos. A sacolinha plástica, além de acondicionar as compras com higiene, praticidade e segurança, é reutilizada, sobretudo, para o descarte seguro dos resíduos domésticos, evitando contaminações e preservando a saúde pública. A durabilidade dessas embalagens assegura um sem-número de reutilizações e, sendo 100% reciclável, pode ser transformada em novas sacolas ou outros produtos.</p>
<p>Estudo divulgado recentemente pela Agência do Meio Ambiente da Grã-Bretanha demonstrou que há menos emissão de gás carbônico no ciclo de vida das sacolas plásticas do que nas de algodão e de papel, utilizadas para transportar as compras nos supermercados da Inglaterra e do País de Gales. Note-se que aquelas sacolinhas plásticas são produzidas em condições de grande impacto ambiental na China, onde há queima de combustíveis fósseis, em especial de carvão mineral que representa mais que 80% do combustível empregado na produção de energia elétrica; e que são transportadas até o Reino Unido por uma distância de cerca de 15.000 km, acrescidas dos transportes terrestres naqueles dois países.</p>
<p>Portanto, as sacolas plásticas no Brasil têm um impacto ambiental comparativo ainda menor do que aquele encontrado pelos pesquisadores ingleses.</p>
<p>O convênio de banimento das sacolas plásticas no Estado de São Paulo escamoteia o problema central sobre toda essa questão, que é de educação. A indústria já está se educando para produzir sacolas mais resistentes, que acondicionem maior volume e peso de compras, reduzindo seu consumo. Boa parte dos supermercados também está educando clientes e empacotadores a apenas levarem as sacolas necessárias.</p>
<p>E os consumidores estão se educando a reutilizar e reciclar as sacolas. Esta, aliás, é a essência do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que conta com o apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e de 5 das 10 maiores redes de supermercado do Brasil. Desde sua implementação em 2007 e até o fim deste ano ele já terá reduzido 26% do consumo daquelas embalagens, com perspectivas de superar os 30% em 2012. Estamos falando numa economia de mais de 4 bilhões de sacolas/ano.</p>
<p>O programa conta com o reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente como um exemplo de sucesso.</p>
<p>Desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis, ele está presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis). No ano passado, essas entidades lançaram a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de utilização responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País. Oferecer ao consumidor a &#8220;opção&#8221; de uma sacola biodegradável tem grandes limitações econômicas e ambientais. Primeiro, ela será cobrada (enquanto o preço da sacolinha plástica já está embutido nos custos dos supermercados). Segundo, ela somente se biodegradará se for levada a usinas de compostagem &#8211; que não existem no Brasil. E, terceiro, ela não é reciclável. Banir tudo o que é moderno e tem algum impacto ambiental equivaleria a retrocedermos na História, quando havia baixa qualidade e reduzida expectativa de vida. O que se requer é o consumo responsável não apenas das sacolas plásticas, mas da água, combustíveis etc., de forma que a população toda possa usufruir democraticamente dos benefícios da vida moderna. A responsabilidade compartilhada (governo, indústria, varejo e consumidores), aliada à educação e alicerçada por medidas que levem efetivamente em conta o impacto ambiental do ciclo de vida de cada produto &#8211; é o pacto que devemos assumir em conjunto.<br />
Miguel Bahiense &#8211; Presidente da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos&#65279;</p>
<p><a href="http://sacolinhasplasticas.blogspot.com/2011/07/dci-publica-artigo-sobre-proibicao-de.html">http://sacolinhasplasticas.blogspot.com/2011/07/dci-publica-artigo-sobre-proibicao-de.html</a></p>
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		<title>Designers australianos transformam sacolas plásticas em vasos.</title>
		<link>http://www.d1000.com.br/blog/?p=229</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 23:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D1000</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A dupla de designers australianas Sarah K e Liane Rossler desenvolveu uma maneira de transformar os sacos plásticos em vasos de plantas. A ideia foi inspirada no conceito de Upcycling, que incentiva a transformação de materiais que perderam sua utilidade &#8230; <a href="http://www.d1000.com.br/blog/?p=229">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A dupla de designers australianas Sarah K e Liane Rossler desenvolveu uma maneira de transformar os sacos plásticos em vasos de plantas. A ideia foi inspirada no conceito de Upcycling, que incentiva a transformação de materiais que perderam sua utilidade original.</p>
<p>Os vasos criados pelas australianas são reflexos do amor que ambas nutrem pela natureza e também pela consciência de que o plástico pode ser útil, ao invés de acabar em aterros sanitários, poluindo o solo e os recursos hídricos por centenas de anos.</p>
<div id="attachment_230" class="wp-caption alignleft" style="width: 810px"><a href="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Vasos-resistentes-feitos-de-sacolas-plásticas..jpg"><img class="size-full wp-image-230" title="Vasos resistentes feitos de sacolas plásticas." src="http://www.d1000.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/Vasos-resistentes-feitos-de-sacolas-plásticas..jpg" alt="" width="800" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">Vasos resistentes feitos de sacolas plásticas</p></div>
<p>O processo de criação é simples e, segundo elas, é possível ser replicado com facilidade, desde que alguns padrões de segurança sejam seguidos. Os vasos podem ser feito em qualquer formato, para isso, basta ter o molde adequado.</p>
<p>Sarah e Liane explicam, no site Supercyclers, que a linha Plastic Fantastic, lançada por elas e feita a partir do reaproveitamento das sacolas plásticas, foi lançada em Milão, no último mês de abril. Por isso, os vasos têm as cores da bandeira italiana, que serviu como inspiração para o desenvolvimento das criações.</p>
<p>Para fazer os vasos as designers utilizam apenas: tesoura, luvas, óculos e máscaras de proteção, sacolas plásticas e uma pistola de ar quente. A dupla diz que o processo é bem simples e basta cortar as sacolas plásticas, envolvê-las no molde e então derreter o plástico com o ar quente. Quando o material esfria o vaso está pronto.</p>
<p>Um fator importante, salientado pelas designers, é que, por ser de plástico, o vaso é à prova dágua, portanto, não estragará com facilidade e abrigará as plantas por muito tempo.</p>
<p>file:///C:/Users/dzuca05/Desktop/Designers%20australianas%20criam%20vasos%20com%20sacolas%20pl%C3%A1sticas.htm</p>
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